terça-feira, 13 de julho de 2010

Resposta ao professor Fábio Alves Ferreira

Recentemente o Prof. Fábio Alves Ferreira, ao agradecer apoio do vereador Denílson Silveira, através de carta publicada em seu blog, afirmou que a nossa Administração estaria descumprindo uma suposta Lei municipal que obrigaria o município a adquirir livro de sua autoria para a rede municipal de ensino. Na verdade, não existe lei aprovada neste sentido na Câmara, até porque para ser lei, necessitaria da sanção do Prefeito, e posso afirmar que referido projeto de lei nunca passou pelas nossas mãos. Por outro lado, não me lembro de qualquer pedido do Professor no sentido de viabilizar a compra de seus livros para a rede municipal de ensino e nem tampouco de ter merecido o mesmo agradecimento de apoio para o lançamento de seu livro já que também contribui com R$500,00 para este seu projeto (contribuição particular e não da Prefeitura, quero deixar claro). Não queria ser indelicado nesse comentário com o Prof. Fábio, cujo trabalho admiro, mas diante dessa circunstância, sou levado a esclarecer o fato numa mensagem aberta, algo que não é do meu feitio. Ademais, a nossa Administração tem se colocado de portas abertas para incentivar os talentos locais, sem distinção, e para isso recriamos a Secretaria da Cultura que tem desenvolvido um grande trabalho para promover a nossa cultura. Apenas a título de ilustração, nossa Administração já colaborou no lançamento dos seguintes livros:
- “Os bares nunca fecham” – da escritora Karla Campos - “O Rancho da Lua” – da escritora Amelina Chaves - “Manhã do Arrebol” – da escritora Maria Luiza Xavier - “O Bóia fria” – dos escritores Manuelito e Dinamérico Xavier - “Os olhos tristes de Ulisses” – do escritor Lipa Xavier

Um comentário:

João José disse...

Não quero parecer chato, mas, tem coisas que fogem da razão, certos brejeiros têm o hábito de sempre contar com o apoio da Prefeitura para a execução de seus projetos pessoais. No caso do professor Fábio Alves que cobra da prefeitura a compra de seu livro, que ele mesmo considera importante exibe-se o lado ilógico da questão. Pergunto: Qual o motivo de criar uma Lei Municipal que obrigue a compra de um determinado produto? Seria mo mínimo uma forma de autoritarismo.
Não tenho nada contra o Fábio só acho que sua atitude não foi sábia, não é possível impor o que devemos ler.